Não discuto (Paulo Leminski)

não discuto 
com o destino 
o que pintar 
eu assino

Um texto menos direto do que eu geralmente sou.

Eu queria aprender a ser mais direto, seguir o reto caminho, mas as curvas da estrada, ah, as curvas, as curvas que não me deixam ver o fim do caminho quase me fazem esquecer que o fim existe e que se eu frear em cada curva, não chego lá nunca.
Ainda mais traiçoeiras que as curvas são as rotatórias. Olhar a mesma coisa de todos os ângulos, circulá-la, só para depois voltar aonde estava.
Pronto, rodei de novo, mas é assim, prefiro frear até nas curvas mais abertas, abri-las mais e prestar atenção nos detalhes, mesmo que isso signifique só ver o destino de relance.
Continuarei tomando mais chá do que atalhos, mas chá é assunto pra outra hora.

Kōans à eu

Tá, eu confesso, o legal dos kōans é esse tracinho em cima do O. Não explicarei o que é. Se o dicionário é o pai dos burros, a Wikipedia é a mãe dos inteligentes. Vou direto ao assunto, dois pseudokōans meus (sério, pseudokōan ficou tão cult…).

1- A moeda.

Um dia o aprendiz Wan Tō se aproximou do mestre Chi Wu nos jardins do templo de Wang Chai e perguntou ao mestre o porquê dele passar tanto tempo olhando para a grama. O mestre respondeu que se você olhar para a grama por tempo suficiente, vai encontrar uma moeda. O aprendiz então perguntou o que ele deveria fazer com a moeda quando a achasse. O mestre então disse: – Jogue cara-ou-coroa com ela, quantas vezes quiser, e depois a dê como esmola. Assim, o aprendiz foi iluminado.

2- O cubo mágico.

Um dia o aprendiz Wan Tō viu o mestre Chi Wu usando uma chave de fenda para desmontar um cubo mágico. Conhecendo a inteligência do mestre, Wan Tō ficou surpreso e perguntou: – Mestre, por que o senhor está desmontando o cubo mágico? O mestre respondeu: – Para montar de novo colocando as peças nas posições corretas. Então Wan To indagou: – Mas mestre, o senhor não sabe resolvê-lo sem desmontá-lo? O mestre respondeu “Sei.” e então Wan Tō foi iluminado.

Nadacentrismo, estaticidade e O Guia do Mochileiro das Galáxias (ou só ‘Bah’)

Não pedirei desculpas pela estaticidade do blog. A esta altura, ninguém mais o lê e além do mais, o divertido é ficar um tempão sem escrever. Às vezes eu sinto que escrevo tão raramente aqui que a cada post que eu venho fazer, a interface do WordPress está diferente. Eu nunca termino algo que começo e nunca cumpro promessas de fazer mais algo no futuro. Não vou dizer que pretendo escrever mais aqui porque eu simplesmente não conseguirei, e também não me importo nem um pouco com os meus leitores. Provavelmente ficarei mais um tempão sem escrever depois desse post, então deliciem-se com a minha incrível habilidade de escrita e com o meu leve egocentrismo, porque vocês só vão ter isso de novo quando o inferno congelar.

Enfim, descobri hoje que um sujeito de nome engraçado, um tal de Nicolau de Cusa, foi quem proclamou o nadacentrismo. Essa foi a palavra que num dos primeiros posts desse blog eu usei para descrever a atual crença científica de que não tem porra nenhuma no centro do universo.

Num dos rascunhos que eu havia deixado aqui, percebi que eu disse que estava escrevendo um conto de ficção científica. Surpreendentemente, esse conto ainda está lá, na gaveta do Meus Documentos, provavelmente no mesmo ponto que eu havia deixado.

Por último, percebi que o último post foi 0 42º. Se você não entende a importância disso, jogue seu exemplar de Crepúsculo fora e vá ler algo que presta. Infelizmente, o referido post não foi especial para comemorar isso e nem foi tão interessante assim. Bem, é uma falha minha, uma de MUITAS. Então, tá beleza, falou. Bah.

 

Ah, estaticidade, senti sua falta…

Bem, não posto a um tempo e aquela voz dentro de mim (que já falou muita merda) já tava reclamando de saudade da interface dessa incrível plataforma de blogging [vai ser puxa-saco do WordPress assim na puta que o pariu (também conhecida como o Blogspot)]. Tenho postado muito no HoaxDoDia e percebi que tava na hora de postar no meu próprio blog.

Por causa de uma confusão que eu não sei como aconteceu e não estou com paciência para consertar, a tirinha número 5 do Zcrapp Tales veio parar aqui. Infelizmente, por causa da minha falha memória, esqueci de fazer as tirinhas para o Zcrapp ultimamente e não atualizo há um tempo. Em algum tempo futuro vocês verão algo novo lá.

Como os projetos que eu inicio sozinho não dão muito certo, decidi iniciar com um amigo (Um mórmon-ateu vagabundo e com os óculos tortos) o fansub PMSSubs. Estamos legendando os incrivelmente engraçados vídeos de Stephen Fry e Hugh Laurie (ator que faz House). Dá uma olhada: PMSSubs

/I’m on the Highway to Hell/

\../ Woohoo, dia mundial do Rock!!!

Nada melhor pra ouvir escrevendo no blog do que uma seleção incrível contendo:

AC/DC

Aerosmith

Jethro Tull

Black Sabbath

Guns ‘N’ Roses

Grateful Dead

Led Zeppelin

Nirvana

Red Hot Chili Peppers

The Beatles

e pra terminar

Zé Ramalho cantando a versão em português de Knockin’ on Heaven’s Door

/Mãe, tire este distintivo de mim…/

/Eu não posso mais usar./

/Está escuro, demais pra ver./

/Me sinto até batendo na porta do céu/

Também lembrando a triste morte do Rei do Pop…

Piada mto interna pra fãs de Two and a Half Men:

Poxa, queria ir no show do Bucket of Hate…

Lancei há pouco tempo (aliás postei primeiro no sobrestimado Hoax do Dia) uma webcomic chamada ‘Zcrapp Tales”… Quase nenhuma qualidade gráfica e muito menos qualidade humorística, mas talvez em algum universo valha a pena ver:

http://zcrapp.wordpress.com

Oh, say, can you see…

Eu não podia passar essa data em branco! Muitos [?] dizem que sou americanizado demais… mas e daí? Pra comemorar, passei o dia em frente ao PC, tomando Coca-Cola e assistindo Two and a half Men, Family Guy e Seinfeld!

De qualquer forma, assistam Seinfeld, é mto bom!

Preciso aumentar o nível de conteúdo do blog…

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